A plasticidade das Rendas, sob o prima de GRAÇA PIMENTEL

(*) Mhario Lincoln
mhario@globo.com






Visitei o site da artista plástica GRAÇA PIMENTELe me emocionei com alguns trabalhos lá expostos e que ganhou o título carinhoso de "Rendas da Terra".





Imediatamente me reportei a um lugarzinho na minha Ilha do Amor, São Luís-Ma, onde nasci, chamado de Raposa (hoje município). 

Lá, vindos do nordeste seco, especial do sertão cearense, grupos chegaram naquela comunidade de pescadores com seus bilros e produziram (e ainda produzem) peças de renda encantadoras, vendidas para o mundo inteiro.


Dizem algumas lendas do local que a Rainha Elizabeth usava vestidos com detalhes em renda, produzidos em Raposa (MA).

Mas, ao sentir de perto, a obra singela de GRAÇA PIMENTEL me veio a sensação de estilo, seriedade e simplicidade. Sem dúvida, tudo isso junto nessa nova fase da artista.

Como na própria renda, Graça acaba construindo um labirinto óptico em que as cores nos dão a saída exata do rumo a ser seguido. 



Cada gota pastel ou rosa abundante, excita os sentidos como num furor de gaisers estourando da tela.

Como ela mesma bem expressa: 'A proposta é que apreciemos toda a ousadia exposta em múltiplas variações cromáticas e texturas visuais'.

Enfim, uma obra sóbria, mas eloquente. Simples, mas bela, digna de ser vista, admirada e retuitada, como eu mesmo o fiz.
Parabéns, amiga.
Gostaria muito de conhecer sua obra e você pessoalmente.
Até breve!





Visite também o site de Graça Pimentel:
(http://gpartesplasticas.blogspot.com.br/

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